Lei de Responsabilidade Educacional será enviada ao Congresso na próxima semana . O Objetivo é punir gestores que administrarem mal os recursos da área ou que não cumprirem metas da lei
Agência Brasil
16 de dezembro de 2010 | 11h 58
Na próxima semana será encaminhado ao Congresso Nacional o Projeto de Lei de Responsabilidade Educacional. A ideia é antiga no setor e foi uma das propostas aprovadas em abril na Conferência Nacional de Educação (Conae).
A ideia é criar um mecanismo semelhante à Lei de Responsabilidade Fiscal, que possa punir gestores que administrarem mal os recursos da área ou não cumprir metas de melhoria da educação determinadas em lei. O ministro da Educação, Fernando Haddad, acredita que a ferramenta legal dará mais efetividade às propostas apresentadas na quarta-feira, 15, no novo Plano Nacional de Educação (PNE).
De acordo com o ministro, a proposta na verdade vai alterar um trecho da Lei de Ação Civil Pública.
Depois de muito debate, chegamos à conclusão de que você deve responsabilizar o gestor quando ele não cumpre obrigações. Por exemplo, se eu digo no PNE que ele tem um ano para fazer o seu plano municipal ou estadual de Educação, ele está descumprindo uma lei federal?, defende. O atual PNE, ainda em vigor, já determinava em 2001 que cada estado e município deveria elaborar seu próprio plano, mas poucos cumpriram a orientação.
O Ministério Público será a instância responsável por fiscalizar e cobrar de prefeitos e governadores, além do governo federal, o cumprimento de metas educacionais e outras determinações legais. Haddad
afirmou que no caso das metas qualitativas, como as estabelecidas no PNE para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), não há como aferir se a culpa é ou não do gestor.
?Tivemos esse cuidado durante o debate porque às vezes o gestor fez tudo que estava ao seu alcance para melhorar a qualidade, mas eventualmente não cumpriu uma meta. Temos que verificar se ele está sendo diligente em relação às suas obrigações?, exemplificou.
As sanções seriam as mesmas previstas na Lei de Ação Civil Pública, que vão de multa a reclusão. Haddad acredita que o texto chegará ao Congresso Nacional até segunda-feira, 21.
Será que esta pega????
Ligamines
Ligando pessoas, ideias, projetos
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Microscópio Simulado para EAD
O Microscópio Simulado em Realidade Virtual Aumentada (Mira) é um objeto de aprendizagem desenvolvido pelo Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (CIAR), com o objetivo de proporcionar aos alunos da Educação a distância, experiência no manseio de um microscópio, coisa que só era possível durante atividades presenciais.
A necessidade de criar um microscópio digital surgiu durante o curso de especialização em tecnologias aplicadas ao ensino da biologia, da Universidade Federal de Goiás. Os professores perceberam a necessidade de permitir que os alunos da educação a distância tenham acesso a esta ferramenta em qualquer hora e local. Os alunos terão oportunidade de conhecer um microscópio e aprender sobre como ele opera. O microscópio permite ainda que os alunos façam a leitura virtual de lâminas contendo diversos tipos de amostras.
Usando a tecnologia de realidade virtual aumentada, o microscópio conta com marcadores (ou fichas) que reconhecidos pela web cam do aluno projeta na tela do computador dos alunos as amostras que se encontram naquela lâmina.
O lançamento do MIRA será dia 4 de agosto, na sede do Ciar.
Objetos de aprendizagem: De acordo com O Learning Objects Metadata Workgroup, Objeto de aprendizagem (Learning Objects) é “qualquer entidade, digital ou não digital, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado por tecnologias”.
Mais informações no site da UFG: http://www.ufg.br/page.php?noticia=6393
Tela do Microscópio Mira. Ele possibilita entre outras coisas que o aluno mude o foco da imagem e a posição das lâminas de diversos tipos de amostras.
julho 21, 2010.
Etiquetas: CIAR, educação a distância, Microscópio, objeto de aprendizagem, realidade virtual aumentada, tecnologias, UFG. Uncategorized. 1 comentário. Editar
Assinar:
Postagens (Atom)
